sábado, 11 de maio de 2019

O corpo na música!

Escola Municipal Parque São Cristóvão Professor João Fernandes da Cunha
Data: 16/04/2019
Professor/Supervisor: Gilson Meireles
Bolsista: Adriane Campos de Almeida
Turma: 1ª ano (A) , 4°ano (A )

O corpo na música!

Infelizmente não houve aula para o 4° ano A, o professor Gil nos avisou um dia antes mas, não informou o motivo. Assim, chegamos na aula no horário da segunda turma, o 1° ano A. 

segunda-feira, 6 de maio de 2019

PIBID  Semestre: 2019-1
Coordenadora: Flavia Candusso
Bolsista: Joana Márcia Andrade Rebouças
Professor orientador: André Chaves
Escola: Colégio Estadual Bento Gonçalves
Data: 01 de maio de 2019

Relato da aula 03

Ontem, como de costume, terça-feira, fui para o Colégio Bento Gonçalves realizar meus deveres de observação, pertencente ao componente curricular Estágio Supervisionado I, ministrado pela professora Flávia Candusso, e do Programa Institucional de Bolsas de Introdução à Docência (PIBID), orientado pela mesma. Porém, aquela manhã já amanheceu diferente para mim, que estava ansiosa para realizar a minha primeira atividade como docente em turmas do 8o ano do colégio pela primeira vez. Preparei um plano de aula com intuito de englobar algumas reflexões, que julgo mais do que importantes no quadro sócio-político que estamos vivendo, que é a de formação de opinião e criticidade. Assim, utilizei da arte da música, para discutir a nossa situação de desigualdade social, de raça e de sexo, levantando questões sobre os direitos das crianças e dos adolescentes. Foi uma experiência maravilhosa, os alunos participaram ativamente, respondendo as questões levantadas e acrescentando tantas outras mais que ainda me fazem parar para pensar. Foi incrível poder acessar um pouco todo esse conhecimento e formas de pensar que cada um carregar consigo, que marca a subjetividade.  Segue abaixo o plano:


PLANO DE AULA 01
MINI-AULA: Interpretação de Canções
Objetivo Geral:
Construir processualmente a identidade dos alunos com a Música, tendo-a como expressão humana, artística, cultural e sociopolítica, utilizando a canção “O Menino das Laranjas”, de Theo Barros, (re)conhecendo/ (com)partilhando suas vivências a partir da interpretação da mesma, além de promover uma interdisciplinaridade com outros componentes pedagógicos que envolvem e discutem o quadro social de muitas crianças brasileira em estado de vulnerabilidade.
Objetivos Específicos:
- Apreciar e (re)conhecer a música “O Menino das Laranjas”, de Theo Barros, como música pertencente a cultura popular brasileira dos anos 60;
- Discutir através da música “O Menino das Laranjas”, de Theo Barros, o quadro social vigente na época e que ainda se faz presente na atualidade na vida de milhões de crianças pobres em estado de vulnerabilidade;
- Valorizar música e canção pertencente a cultura popular brasileira, compreendendo-a como agregadora de valores identitários;
- Praticar discussões positivas em benefício de seu desenvolvimento musical e formação como cidadão;
- Refletir sobre as práticas sociais mediadas pela música, na qual se evidencia ações discriminatórias de qualquer natureza;
Metodologia:
1º passo: em classe, os alunos escutaram a música “O Menino das Laranjas”, composição de Theo Barros e interpretada por Elis Regina. A letra da música estará escrita no quadro para que todos possam acompanhar com mais clareza.
2º: junto com os alunos, citar os personagens presentes na canção e supor suas características;
3º Uma laranja será levada para mediar a discussão acerca da canção. Poderão falar aqueles que estiverem segurando a laranja, que de preferência, deve passar por todos da sala;
4º Serão levantadas então quatro perguntas:
Questão 1: Quem se acaba na feira? O menino ou as laranjas?
Questão 2: Se o menino não vender as laranjas, ele apanha da mãe ou da vida?
Questão 4: Como diz o ditado popular, “só damos aquilo que temos”, a mãe só possui a crueldade da existência. Ela não ama o menino ou ela está cansada da vida difícil?
Questão 5: Qual o desassossego da canção?
Anexo:
Menino das Laranjas (Theo Barros)
Menino que vai pra feira, vender sua laranja até se acabar.                                                                Filho de mãe solteira, cuja ignorância tem que sustentar.     É madrugada, vai sentindo frio, porque se o cesto não voltar vazio. A mãe já arranja um outro pra laranja, esse filho vai ter que apanhar. Compra laranja, laranja, laranja, doutor, ainda dou uma de quebra pro senhor! Lá, no morro, a gente acorda cedo e é só trabalhar. E comida é pouca e muita roupa, que a cidade manda pra lavar. De madrugada, ele, menino, acorda cedo, tentando encontrar. Um pouco pra poder viver até crescer e a vida melhorar. Compra laranja, doutor, ainda dou uma de quebra pro senhor! Compra laranja, doutor, ainda dou uma de quebra pro senhor!
Recurso:

Caixa de som, laranja, quadro e piloto.


Nas turmas do 9o ano, sigo assistindo e me restringindo a missão do estágio, de observar as aulas e a forma de ensino do professor. Lá, o dia foi de apresentações dos seminários que se iniciaram na quinta-feira anterior, com apresentações em grupos de temas sobre os gêneros pertencentes a música popular brasileira. Cada grupo escolheu um gênero e obteve total liberdade de criar e reinventar formas de contar um pouco sobre a história, ritmo, destaques e outras curiosidade acerca da temática. Notei que, apesar das possibilidades de explorarem seus lados criativos, os alunos se mantiveram em apresentações formais com cadernos e amostras musicais trazidas em seus celulares. Muitos não estudaram consideravelmente para as apresentações e permaneceram lendo em seus cadernos as suas supostas “falas”. Nas aulas anteriores, o professor André, alertou sobre a não aprovação, com pontuação considerável, dos grupos que tivessem essa prática de, nem ao menos, decorar o assunto, já que ler e aprender vai muito além disso. Porém, apesar dos lados negativos, todos os alunos participaram em grupos, tendo seus tempos de fala, mesmo que bem curtos. Vale ressaltar e relembrar que eu só assisti parte da apresentação, muitos já haviam executados suas aulas e eu não pude acompanhar por ser em um dia da semana que eu não estou presente na instituição.

domingo, 5 de maio de 2019

Seminários


Bolsista: Camila Maria Carvalho Santos
Data: 28 de abril de 2019.
Escola: Colégio Estadual Bento Gonçalves
Turmas: 9º ano C, D e B.
Professor/ supervisor: André Chaves Santos (Sapoti)




O DIA DOS SEMINÁRIOS


Após um pequeno recesso da Semana Santa, voltamos aos trabalhos. A ida foi super tranquila, mesmo com o calor desse verão sem fim em Salvador. Cheguei à escola cedo, por volta das 12h30min da tarde. Chegando lá me deparei uma novidade... Temos mais um colega para completar a equipe! Agora somos três.  As turmas receberam uma missão que foi passada na sexta-feira retrasada, que consistiu em dividir equipes para apresentar um seminário sobre a História da MPB. Cada equipe ficou com um tema para apresentar e essa sexta-feira foi um dos dias em que aconteceram as apresentações.


PANORAMA GERAL DAS APRESENTAÇÕES


Ficou visível o quanto o Colégio possui alunos brilhantes. Muitas equipes que se apresentaram havia estudantes com desenvoltura para falar em público, eloqüentes, domínio de conteúdos, criatividade e por aí vai. Toda regra tem a sua exceção, é claro que houve equipes em que os estudantes, apesar de competentes, não fizeram uma boa apresentação. Ou foi por falta de responsabilidade ou por problemas de nervosismo ( o que é natural este ultimo). Mas de uma forma geral as apresentações foram muito boas e eu me diverti muito. A seguir irei fazer um breve relatório sobre cada equipe.

9º ano C.

Equipe 1: Bossa Nova

A equipe apresentou o tema no formato de um “programa” cujo nome fictício foi “Resiliência”. Duas das integrantes fizeram o papel de Elis Regina e Gal Costa na qual foram respondendo perguntas que a “entrevistadora” fazia sobre o tema. A apresentação foi criativa.

Equipe 2: Pagode

A apresentação foi no formato de “Jornal” (tipo BATV rsrsrs). O jornal fictício se chamou “Jornal Bento” (kkkkk... sempre lembro o meu período escolar).  Teve um detalhe muito interessante nessa equipe. Uma aluna cantou uma música de Pagode romântico e mostrou o seu talento com a voz. Ela cantou lindamente, foi incrível! É claro que tive que elogiar ela, não podia deixar de comentar.

Equipe 3: Samba

A apresentação foi no formato tradicional.
OSB: Quando me refiro a formato tradicional é aquele com ou sem recurso visual (cartaz-slides.)

Equipe 4: Maxixe

Também foi no formato tradicional, porém deu para notar a desenvoltura e a eloquência dos integrantes para se comunicar em público. 

Depois das apresentações o professor realizou um trabalho rítmico desenvolvido por ele mesmo. A idéia original é com copos, porém, devido a algumas questões André adaptou para fazer somente com as mãos. O trabalho é muito interessante, no final do relatório haverá um vídeo que fiz para mostrar como funciona o trabalho.


9º ano D.

Equipe 1: Rock Brasileiro

A equipe contou com sete integrantes, mas, teve dois estudantes em especial que enriqueceram a apresentação. Um dele foi Fernando, que deu um show no conteúdo, mostrando que realmente leu e estudou sobre o tema.

Equipe 2: Samba

Foi em formato tradicional.

Equipe 3: Samba Reggae

Essa equipe foi interessante e muito criativa, rsrsrs...Os integrantes confeccionaram coletes com o símbolo do Olodum e pitaram baldes com as cores do Olodum para simular instrumentos percussivos.  Eles finalizaram a apresentaçãos cantando e tocando o refrão de duas músicas ( tipo pout-pourri): “Faraó” e “Vem meu amor”.  Diverte-me muitíssimo kkkkk...

Equipe 4: Rock

Além do formato tradicional, os integrantes confeccionaram uma guitarra elétrica de isopor e ainda levaram uma amostra de um rítmico de rock.

Equipe 5: Reggae

Formato tradicional.


9º ano B.

Todas as apresentações que ficaram para esse dia foram em formato tradicional. Teve uma equipe em especial que  uma aluna cantou e tocou no violão.

Equipe 1: Samba

Equipe 2: A cultura africana

Equipe 3: Rap

Equipe 4: Gospel ( não compreendi porque, mas acho que por falta de opção.)



_______________________________________________________________________

A ideia original é com copos.










“A criatividade na educação acelera o processo de aprendizagem.”

Autor desconhecido.


domingo, 28 de abril de 2019

Segunda Terça-feira

PIBID           Semestre: 2019-1
Orientadora: Flavia Candusso
Bolsista: Joana Márcia Andrade Rebouças
Escola: Colégio Estadual Bento Gonçalves
Data: 17 de abril de 2019
Relato da aula 02
Colégio Estadual Bento Gonçalves


Segundo dia das atividades pertencentes ao Programa Institucional de Bolsas de Introdução à Docência (PIBID), orientado por Flávia Candusso. Irei aqui relatar minhas experiências no Colégio Estadual Bento Gonçalves, quinze dias após a última visita,  especificadamente no dia 23 de abril, devido a complicações de saúde, que me impediram de realizar minhas atividades previstas para terça, 16 de abril. Como da primeira vez, saí de casa cedo para o bairro Fazendo Grande do Retiro, não tendo a mesma sorte, perdi o ônibus e só consegui chegar a escola um pouco antes do segundo horário. A rua permanecia com sua cor cinzenta e seus congestionamentos, porém nada que me aflija mais, pois já havia ficado comigo a imagem colorida do interior da instituição de ensino. Esperei então nos bancos coloridos com pinturas de flores, terminar aquele horário, para que então eu encontrasse com o professor André Chaves, Sapoti.
As séries que têm aulas de músicas na terça-feira pela manhã, como citei no último relatório, são três turmas do 8o ano e duas do 9o ano do Ensino Fundamental II. Em todas as turmas no 8o ano, o professor aplicou teste no valor de dois pontos na média, com conteúdos trabalhados em sala até então, propriedades do som (altura, intensidade, harmonia, melodia, duração e timbre). Os estudantes tiveram um total de 50 minutos para responderem as questões, contando com o tempo do deslocamento do professor, cooperação para restabelecimento da “ordem” pelos alunos e o tempo das questões serem escritas no quadro. A prova foi realizada com um moderato silêncio, vez o outro interrompidos por discentes com dúvidas de interpretação de texto ou do conteúdo e uns que se divertiam ao causar um certo tumulto. Foram no total dez perguntas escritas no quadro branco e copiadas nas folhas pautadas dos alunos, para que no final entregassem a André:
Questão 1: quais as propriedades do som?
Questão 2: os sons graves e agudos se referem a que propriedade do som?
Questão 3: o que é timbre?
Questão 4: é correto afirmar que Altura é a propriedade do som que determina seu volume?
Questão 5: Explique a propriedade do som: intensidade.
Questão 6: quais os elementos fundamentais da música?
Questão 7: o que é uma melodia?
Questão 8: como podemos chamar uma combinação simultânea de sons, agrupados de forma agradável aos ouvidos?
Questão 9: explique a propriedade do som: duração.
Questão 10: dê dois exemplos de sons graves e dois exemplos de sons agudos.

Ainda no lugar de observadora, fomos para as turmas do 9o ano, onde houve um seguimento dos estudos sobre os gêneros que contam a história da música popular brasileira. Dessa vez, o tema abordado na sala foi o samba, suas características principais, ritmo, origem, letra, forma de composição e suas brincadeiras. O professor André leu as pesquisas dos alunos, que foram passadas para casa na última aula, sobre o gênero. Chamou atenção acerca da lendária história do samba ter surgido na Bahia ou no Rio de Janeiro, já que as pesquisas dentre os estudantes se contradiziam. Ocorreu um momento de apreciação do primeiro samba gravado, “Pelo Telefone”, composto na década de 10 por Ernesto Maria dos Santos (Donga). Por fim, o professor deixou um tempo para que os grupos dos seminários se reunissem e realizassem os últimos ajustes para a apresentação que ocorreria na quinta-feira, dia 25 de abril.

Primeira Terça-feira


PIBID                   Semestre: 2019-1
Coordenadora: Flavia Candusso
Bolsista: Joana Márcia Andrade Rebouças
Escola: Colégio Estadual Bento Gonçalves
Data: 10 de abril de 2019


Relato da aula 1
8 de abril de 2019


Na segunda terça-feira do mês de abril, dia 8 às 7hs da manhã, iniciaram-se minhas atividades do Programa Institucional de Bolsas (PIBID). Iniciei minha jornada no Colégio Estadual Bento Gonçalves, o professor de música responsável, chama-se André Chaves Santos, que começou a dar aula na escola nesse ano, formado pela UFBA, ex participante do PIBID. Apesar de pertencer ao projeto PIBID n mesma escola da qual realizarei o estágio, nunca havia visitado, sendo assim irei relatar minhas impressões da primeira ida, as quais podem se alterar com forme eu for me adentrado no cotidiano da escola.
O Colégio Estadual Bento Gonçalves se localiza no bairro Fazenda Grande do Retiro, na Rua Melo Morais Filho, local de comércio repleto de vendas, lojas de roupa, farmácia e igrejas. O caminho para lá foi tranquilo, apesar de alguns pontos de engarrafamento devido as chuvas que alagaram parte das pistas. O colégio visto de fora, em minha opinião, parece uma penitenciária. Muro alto, cinzento, escuro, com um portão de ferro preto com correntes, para mim foi um tanto amedrontador, custei acreditar que ali dentro era um lugar repleto de crianças e jovens. Eu acho que foi possível escutar minha respiração relaxar quando entrei portão a dentro e me vi cercada de bancos coloridos, crianças correndo felizes, cartazes, quadra recém pintada e outras coisas a mais do qual esperamos de uma escola. Lá estudam cerca de 750 alunos nos anos finais do Ensino Fundamental II (6º ano a 9º ano) e 250 alunos no Ensino Médio. As auxiliares de disciplinavam estavam organizando todos em filas para que fossem todos de organizados para a sala de aula, evitando bagunças, gritarias e confusões, o qual me fez logo atentar para a valorização da disciplina e ordem dessa escola.
Na sala de professores encontrei o professor de música, André, também conhecido por Sapoti, e de lá formos para a primeira aula da manhã. Nesse dia, André ministra aula para três turma do 8º ano e duas do 9º ano do Ensino Fundamental II. São cerca 50 minutos em cada sala, contando dentro desses, o deslocamento de uma sala para outra, aguardo da cooperação dos alunos pelo silêncio e, finalmente, a aula em si, a troca e transmissão de saberes e aprendizagens. Os alunos estão dentro das características majoritárias pertencentes a estudantes de escola pública no Brasil, sobretudo no Nordeste: crianças e jovens negros de periferia. Por eu ter um recente passado em uma escola municipal de Ensino Fundamental I, achei os alunos do Bento Gonçalves, talvez por terem idades mais avançadas, calmos, disponíveis a escuta, a participação e ao cumprimento de deveres em sala. Percebi que, apesar da maioria não ter realizado as atividades exigidas para serem realizadas em casa, as que foram propostas em sala tiveram uma participação integral. O que nos faz perguntar sobre os impedimentos que faz com que eles não estudem em casa. Trabalho? Não há lugar de estudo? Descaso? Descrença?
André conseguiu ministrar suas aulas com facilidade, seguindo os planos que elaborou para cada turma. Ele utilizou do quadro para explicar como funcionariam o sistema de provas, levou instrumentos musicais para um teste sobre timbre, propriedade do som, e tocou para exemplificar parte do assunto abordado com as turmas do 9º ano. Por ter sido meu primeiro contato com o trabalho do professor e sua forma de ensino, não ficou claro ainda a(s) pedagogia(s) mediadora(s) que ele utiliza para ensinar. Nesse dia, notei a figura do professor como centro, característica de uma pedagogia tradicional, professor no quadro, leitura de capítulo dos livros, passando pesquisas para casa e recolhendo as que foram pedidas na aula anterior. Porém, o seu método de teste, foi inversa, revelando uma avaliação por experimentação, construtivista, aonde o aluno vai construindo o seu saber. Me mantive, após me apresentar aos alunos, que me receberam muito bem, na função de observar e compreender as estratégias utilizadas por André para trabalhar os conteúdos. 

sábado, 13 de abril de 2019

Tira, põe, deixa ficar

Escola Municipal Parque São Cristóvão Professor João Fernandes da Cunha
Data: 09/04/2019
Professor/Supervisor: Gilson Meireles
Bolsista: Adriane Campos de Almeida
Turma: 1ª ano (A) , 4°ano (A )

Tira, põe, deixa ficar

Nos atrasamos! Normalmente, temos a Emus como ponto de partida no nosso percurso até Parque São Cristóvão, onde percorremos um trajeto de 1 hora e meia até a escola. Como em aulas anteriores o professor liberava as 12h, chegamos a escola as 13:30h, e isso já nos traz um certo atraso, pois a aula começa às 13:10, porém, nada que prejudique o desenvolvimento da aula. Porém, nessa terça em particular, eu e Celi só fomos liberada da aula as 12:30ho que resultou em um atraso de 50 minutos, pois só conseguimos chegar na escola as 14h. 

domingo, 7 de abril de 2019

Música de sala nova


Escola Municipal Parque São Cristóvão Professor João Fernandes da Cunha
Data: 02/04/2019
Professor/Supervisor: Gilson Meireles
Bolsista: Adriane Campos de Almeida
Turma: 1ª ano (A) , 4°ano (A )

Música de sala nova


Hoje chegamos à escola e nos deparamos com algo novo. A poucos passos do portão eu e Celi cumprimentamos as funcionárias da escola, e uma delas nos avisou: "Gil está lá em cima."  

A escola é lugar de respeito

Escola Municipal Parque São Cristóvão Professor João Fernandes da Cunha
Data: 26/03/2019
Professor/Supervisor: Gilson Meireles
Bolsista: Adriane Campos de Almeida
Turma: 1ª ano (A) , 4°ano (A )


A escola é lugar de respeito



Chegamos à escola e o professor havia acabado de encontrar as crianças. A rotina estava no quadro: Arrumar a sala, atenção a chamada e correção da atividade realizada na aula anterior. 

De volta ao Parque

Escola Municipal do Parque São Cristóvão Professor João Fernandes da Cunha
Data: 19/03/2019Professor/Supervisor: Gilson MeirelesBolsista: Adriane Campos de AlmeidaTurma(s): 1° ano (A), 4° ano (A)


De Volta ao Parque!

Estar de volta a escola Parque São Cristóvão, me deixou muito contente, pois construí uma relação com a instituição e com o supervisor Gil. Assim, vamos trabalhar falar sobre o que aconteceu nessa volta.