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sábado, 10 de novembro de 2018

Percepção

Bolsista: Berta Pitanga
05/11/2018
Escola Municipal Parque São Cristóvão
Turma: 2 ano B
Supervisor: Gil Meireles

                                 Percepção

Nessa primeira atividade , propus a utilização dos tambaldes e chocalho com material reciclável,  que trouxe .  
Estando todos sentados em circulo,os que não estavam tocando cantavam e no decorrer da dinâmica os instrumentos eram passados para o próximo a fim de que todos possam ter a experiência de toca-los .A música escolhida foi uma canção do Jongo que eles vem trabalhando com o professor Gil. Para trabalhar a atenção deles ,fazia o papel de regente,indicava quando eles  deveriam  tocar e quando fariam silêncio ,e o momento de passar o instrumento para o colega ao lado.
No segundo momento , terminaram  de compor as estrofes restantes do Jongo.

Pude observar que na primeira atividade inicialmente as crianças estavam desconcentradas mas depois que entenderam como funciona atividade conseguiram  fazer. Entretanto ,percebi que mesmo assim não conseguem se concentrar por muito tempo.
Em um outro horário, o professor Gil precisou encobrir seu colega na turma 1ano B. Pude perceber um outro perfil de alunos, apesar de serem de uma faixa etária menor que a turma anterior,eles eram mais concentrados. O professor Gil cantou algumas músicas, e  fez um joguinho de percepção  com eles ;pude  notar a facilidade deles ao realizarem o que lhes fora proposto ,eram bem afinados e musicais.

Me senti agraciada com esse momento e feliz em vê-los cantando com tanto gosto.

Experimentando

Bolsista: Berta Pitanga
29/10/2018
Escola Municipal Parque São Cristóvão
Turma: 2 ano B
Supervisor: Gil Meireles
                                                            Experimentando


Minha primeira aula que experimentei fazer uma dinâmica com a turma ,tive uma boa recepção deles .Com ajuda do professor Gil, reunimos as crianças em círculo, e demos início a atividade que consistia em uma dinâmica de imitação e acumulativa.Eles tinham que fazer um som com o corpo,e o próximo criaria esse som e imitaria o do colega e assim sucessivamente.  
Trouxe essa dinâmica com o objetivo de trabalhar a percepção ,o improviso e a memória.
Primeiramente ,alguns tiveram uma certa dificuldade em memorizar o som que o colega criara .Então , juntamente com o professor ,vendo que não estava funcionando modificamos um pouco as regras para facilitar .Pedimos que todos ,juntamente com o colega da vez ,imitassem coletivamente o som.Isso ajudou para que concluíssemos a atividade.
Só com essa experiência aprendi a importância  de se estar atento aos alunos ,ao desenvolvimento deles durante a atividade,e ir testando se funciona ou não do jeito como foi abordado,jamais desistir com o primeiro fracasso.Mais do que nunca ter a flexibilidade de fazer modificações e improvisos no momento da aula para que o objetivo não se perca.


sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Bolsista: Berta Pitanga
22/10/2018
Escola Municipal Parque São Cristóvão
Turma: 2 ano B
Supervisor: Gil Meireles


                                 Apenas observando

Esse foi meu primeiro dia no Pibid. Fiquei apenas observando a aula.
As atividades abordadas foram com base no planejamento de aula e tinham como objetivo, trabalhar com as crianças o ritmo do Jongo. Herança dos negros de origem bantu, escravizados na época do Brasil-Colônia.
Esse ritmo não é muito conhecido popularmente. Achei muito interessante o professor Gil resgatá-lo, fazendo com que as crianças conheçam sua própria identidade cultural ou pelo menos uma parte dela.

Foram trabalhadas 3 atividades: a primeira, estando todos os alunos sentados em suas respectivas cadeiras em círculo, o professor  iniciava tocando uma melodia no pífano abordando cada uma das crianças e elas iam se organizando em fila. Estando todas reunidas, formava-se uma roda, em seguida dançavam o ritmo do Jongo e cantavam.
A segunda atividade, todos sentavam no chão em círculo e o prof.Gil cantava e tocava o violão e as crianças o acompanhavam, todas sabiam a letra de cor.
A terceira, ainda em círculo só que sentadas na cadeira, era apresentado a elas as células rítmicas do Jongo no atabaque e ensinado-as a tocar. Algumas crianças apresentaram inicialmente um pouco de dificuldade, outras, tinham mais facilidade.
Em alguns momentos da aula houve dispersão da atenção de alguns alunos levando a querer abusar o colega. Pude observar que eram os mesmos em toda a aula, o professor se viu na posição de repreende-los para não atrapalhar o curso das atividades. Mesmo com ocorrência de situações desse tipo, é perceptível o potencial musical dessas crianças. Mesmo aquelas que se dispersavam, quando participavam da atividade mostravam um bom desempenho ao que era proposto.


Me chama atenção é a carência em material de música. Instrumentos em péssimo estado e escassos. Não se tem, infelizmente, uma estrutura mínima para auxiliar o professor a realizar as atividades em sala de aula, essa é a nossa realidade da escola pública.