Escola Municipal
Dra. Maria do Carmo Vilaça
Geanderson Brito
Data: 21/07/2016
Geanderson Brito
Data: 21/07/2016
Hoje cheguei um pouco atrasado na escola, pois estou fazendo
um curso pela manhã e geralmente o R.U está lotado não dá para almoçar no
horário.
Por contas de compromisso na quinta-feira pela manhã tive
que ir à escola no turno da tarde, uma novidade pra mim que sempre fui pelo
turno da manhã.
Fui apresentado a turma pelo professor Ednaldo, e logo após
a aula seguiu com a atividade de ditado rítmico alguns alunos em desespero
porque estavam com conversando durante a atividade.
Outra atividade desenvolvida foi a classificação dos
instrumentos, rir muito internamente com a disputa dos meninos para ver quem
acertava mais instrumentos, tinha uns que falavam “deixa o outro tentar vei, só
você que pode falar é”.
Em outra turma foi feito inicialmente apreciação musical e
depois perguntas sobre as músicas apresentadas, outra atividade desenvolvida na
turma do 1º ano foi para os alunos relacionarem e ligar a nota em destaque com
a vizinha, tinha 3 opções de notas e uma era vizinha próxima, após concluir a
atividade eles foram colorir a atividade em alguns espaços reservados para
pintura.
Pela tarde achei muito complicado as condições da sala, sala
abafada e turma acima de 30 alunos, os ventiladores distribuindo ar quente por
todo espaço e os alunos reclamando algumas vezes do calor, fiquei com muita for
de cabeça o que nunca me aconteceu pela manhã.
Outro fator que é importante relatar e que estava
desestruturando a aula em alguns momentos foi a presença de alunos especiais
sem o acompanhamento profissional adequado, infelizmente o município não
oferece um profissional adequado para auxiliar o professor em sala, fica por
conta das ADIS, que não foram formadas para atender essas demandas, são
profissionais de nível médio distribuídos pela prefeitura as unidades de
ensino.
Com toda agitação dos meninos a voz do professor Ednaldo
estava desfiando a cada minuto mediante as repetitivas reclamações e tentar
falar em um tom de voz alto para que toda sala escute, além disso a voz dele
quase sumiu completamente ao tentar controlar dois alunos do 1º ano que estavam
desestruturando a sala, onde um dos alunos chegou a empurrar ele afrontando-o.
Ao controlar e separar os dois alunos dos demais a aula voltou a fluir com
tranquilidade, mas podemos ver claramente o quanto a falta de educação doméstica,
influencia no aprendizado, respeito ao professor, aos alunos e na
desestruturação do ambiente escolar.
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